segunda-feira, 25 de abril de 2011

MODELAGEM DA SAIA RETA NA FRENTE E GODÊ ATRÁS



O romântismo dos anos 40 e 50, traz de volta o estilo Ladylike ...Que tal revivê-lo, numa saia, semelhante à da foto, acima, reta, na parte da frente e godê, na parte de trás?...
Quer aprender a modelagem?...Simples, é só seguir o "passo-a-passo" do vídeo...


segunda-feira, 18 de abril de 2011

LOJA VIRTUAL DE MOLDES EM JEANSWEAR



Agora, você já sabe aonde encontrar a modelagem de seu jeans!


O site da AME JEANS já está no ar, esperando a sua visita...
Agora, ele é gratuito e todos poderão ter acesso à área restrita do portal.
O website tornou-se uma loja virtual de modelagens, que funciona da seguinte maneira...Mensalmente, será atualizado com uma minicoleção, de até 30 novos modelos, entre masculinos e femininos - adulto e infantil -. E, por um preço especial, oferecerá as respectivas modelagens das criações apresentadas, através de arquivos no Sistema CAD AUDACES ou em papel Kraft, que serão adquiridos no próprio site. É só levar o molde escolhido ao carrinho e escolher o tipo de pagamento!
Basta se cadastrar, criar seu login e sua senha... Pronto, seu acesso às sugestões - desenhos e imagens - em jeanswear, está garantido!
Maiores informações, pelos telefones (11) 2695 2861/ 9879 0895.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

DRIES VAN NOTEN: INVERNO 2012

Conforme diz meu amigo Itaguaçu Ferreira, o homem atual "ultrapassou todas as barreiras e tabus para ajustar-se à beleza da moda...".
Sublimou, portanto, o pensamento de que para parecer machão, precisava ser rude nos atos, com reflexos dessa displicência no vestir.
De olho nesse macho, que lentamente vem se desenhando, as marcas têm desenvolvido suas coleções, respeitando o estilo desse "neo-consumidor", com detalhes não tão óbvios, conforme se pode conferir na coleção de Dries Van Noten, Inverno 2011/2012.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

BOTÕES: AVIAMENTOS E ACESSÓRIOS FASHION

O botão para a calça jeans, é como a cereja, para o bolo... Ele é dúplice, em sua função, um aviamento necessário e um acessório indispensável...
No desenvolvimento de sua coleção, o signo, que permeia a temporada, pode ser concentrado nele, seja nas cores, na forma...ou as duas juntas!
Já há algum tempo, as misturas de padrões, cores e formas são permitidos...É a customização nos aviamentos, também...
Então, corra para o seu estoque, selecione seus botões-acessórios e...MÃOS À OBRA!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA: VISTAS

Uma calça jeans "bonita e fashion" é o resultado de um conjunto de detalhes...Um deles, certamente, é a braguilha (ou vista)...
Buscamos em nossos arquivos e separamos algumas "hypes", para você, porque entendemos que não importa como você usa sua peça...na hora de abrir e fechar tem que ser em grande estilo!



segunda-feira, 4 de abril de 2011

DENIM: TUDO JUNTO E MISTURADO!

Em tempos de customização, o denim por ser tão democrático, permite aos estilistas liberarem a imaginação e fazerem as mais diversas combinações. Nessa onda vale tudo... renda, malha ribana, couro (falso), camurça, neoprene e o que mais vier à cabeça, sem perder o espírito de roupa prática e, principalmente, o estilo...
Ponto para a criatividade!!!!...




domingo, 3 de abril de 2011

"LOJAS PERNAMBUCANAS" LIGADAS AO TRABALHO ESCRAVO



Quem passa defronte das vitrines das Lojas Pernambucanas não supõe. Mas, além de peças de roupa expostas com apuro, há ali uma ilegalidade.
Dona da terceira maior rede varejista de vestuário do país, a empresa foi multada pelo Ministério do Trabalho, na semana passada, em R$ 2,2 milhões.
Por quê? Verificou-se que as Pernambucanas –faturamento anual de cerca de R$ 4 bilhões— carrega em sua cadeia produtiva um acinte.
Parte das peças que comercializa era costurada num imóvel residencial assentado em São Paulo. Debruçados sobre as máquinas, 16 trabalhadores bolivianos.
Sob regime de trabalho degradante, análogo à escravidão, produziam casacos Argonaut, uma marca criada pelas Pernambucanas para o público jovem.
Deve-se a revelação à repórter Ana Aranha, que acompanhou batida de auditores do Ministério do Trabalho à residência que alojava a senzala da moda.
Ela acomodou em notícia veiculada neste final um resumo do que foi constatato. Testemunhou coisas que não ornam com os mostruários de shopping.
Os neoesravos bolivianos recebiam R$ 20 centavos por peça costurada. Havia entre eles dois menores de idade.
Submetiam-se a uma jornada de trabalho que ia das 8h às 22h. Três filhos de operárias transitavam por entre as máquinas.
Os fiscais encontraram etiquetas das Pernambucanas grudadas nos casacos. Ao redor, uma atmosfera mortificadora.
A “fábrica” funcionava em dois cômodos da casa, cada um com 6m². A ausência de janelas tornava o ar quente.
Fios elétricos pendiam do teto. No chão, sacos de roupa misturavam-se a sacos de batatas.
Ao final da inspeção, os fiscais colecionaram 41 infrações às leis que asseguram no Brasil ambiente de trabalho salubre e seguro.
Verificaram, de resto, que os bolivianos eram mantidos sob o regime de servidão por dívida.
Vieram da cidade de El Paso, na região metropolitana de La Paz. Chegaram a São Paulo devendo o valor das passagens. Coisa de R$ 300 por cabeça.
No final do mês, além de frações da viagem, descontavam-se dos salários despesas diversas –comida, fraldas, cartões telefônicos...
Num caso, o vencimento de R$ 800 foi reduzido a R$ 176. Para fugir do fim do mês no vermelho, os trabalhadores viam-se compelidos a esticar a jornada.
Terminado o expediente, tinham à disposição um único banheiro. O chuveiro, com o fio desligado, provia banho frio.
Para dormir, quartos apertados. Em vez de camas, colchões espalhados pelo chão.
Confrontada com o inacreditável, a rede varejista expediu uma nota. Lê-se no texto: “A Pernambucanas não produz, ela compra produtos no mercado e os revende no varejo”.
De fato, a contratação dos bolivianos deu-se de forma indireta. Trabalhavam para a confecção Dorbyn, que atende a encomendas das Pernambucanas.
Ouvido, um dos diretores da  Dorbyn, Fábio Khouri, alegou desconher as condições da “oficina”. Curioso, já que gerente da firma visita a casa a cada 15 dias.
Durante a fiscalização, os auditores do trabalho acessaram e-mails de funcionários das Pernambucanas.
As mensagens revelam que a rede de roupas define cada detalhe das encomendas que terceiriza: modelo, tamanhos, quantidades, prazos e preços das peças.
Como conseqüência da inspeção, além da multa milionária imposta às Pernamucanas, os 16 bolivianos tiveram reconhecidos os seus direitos.
Receberam carteiras de trabalho e as verbas rescisórias –entre R$ 1.000 e R$ 5 mil, dependendo do tempo de cada um na senzala.
Os cálculos foram feitos por contadores a serviço das Pernambucanas. A Dorbyn incumbiu-se dos pagamentos.
O aperto às Pernambucanas é parte de uma estratégia inaugurada em agosto de 2010 por auditores do Programa de Erradicação do Trabalho Escravo Urbano.
O nome do programa como que reconhece uma realidade que transporta o Brasil para uma Era pré-revolução industrial.
Estima-se que, só em São Paulo, há cerca de 8 mil neosenzalas como a que foi desmontada. Além de bolivianos, exploram sobretudo mão-de-obra paraguaia.
“Só as empresas que alimentam a cadeia podem mudar essa lógica”, diz Giuliana Cassiano, coordenadora do programa do Ministério do Trabalho.