quinta-feira, 27 de outubro de 2011

BOLSO TRASEIRO: ITEM QUE VALORIZA A MODELAGEM DA CALÇA JEANS

 A modelagem perfeita da calça feminina jeans é aquela que oferece conforto a quem veste, ao mesmo tempo, em que causa boa impressão, em que vê. Neste caso, além do traçado do molde, alguns itens (partes) que compõe a peça são de suma importância...
Os bolsos traseiros, por exemplo. Não adianta, a modelagem cair como uma luva no corpo, se eles estiverem mal posicionados. Podem tanto levantar um bumbum caído, como derrubar um durinho; aumentar os quadris, quanto diminuí-los...
 Dessa forma, segundo o portal Guia Jeanswear "cada vez mais exibidos eles vêm decorados com mil e um aviamentos, filigranas, bordados ou tons diferenciados que chamam atenção ao primeiro olhar..."
A partir de agora, olho vivo no derrière!











quinta-feira, 20 de outubro de 2011

NO INVERNO 2012 FAÇA UMA NOVELA COM SEU JEANS


Imagem: Galeria do Google
Diversas marcas de jeans estão incluindo de vez o "feito à mão" em seus processos produtivos.
Dessa forma ele ( o jeans )  acaba tornando-se uma verdadeira obra de arte...
Nesse caminho, o inesperado, o surpreendente, o criativo, em várias interpretações e leituras pessoais convivem, harmoniosamente, com os processos industriais.
Detalhes de cerzidos, puídos, misturas de materiais e matérias, coexistem lado a lado. Um verdadeiro ode à criação de moda!
Partindo desse princípio, para a Semana de Design de Moda da Faculdade Paulista de Artes, FPA, que acontecerá, entre os dias 07 e 11 de novembros, os alunos do curso de Bacharel em Design de Moda desenvolverão o projeto "Faça do Inverno 2012, uma novela com a sua calça jeans"...
Trata-se da apresentação de looks inspirados em novelas de diferentes épocas, numa linguagem contemporânea do Inverno 2012, custumizando-se uma calça  jeans e transformando-a num vestido ou numa saia...
As peças estão expostas no Espaço Cultural Luiz Rogério Telles Scaglione, a partir do dia 08/11 e serão desfiladas no último dia, no encerramento do evento....
Com tantas possibilidades "borbulhando"  nas mentes de jovens criadores, como serão essas peças-arte?
É o que estamos ansiosos para ver...E convidamos vocês a entrarem nessa expectativa conosco...!!!!



domingo, 16 de outubro de 2011

MODA BRASILEIRA: TRABALHO ESCRAVO

Em busca de oportunidades, muitos bolivianos chegam a São Paulo com filhos pequenos e sem falar português para encarar jornadas de trabalho longas e mal remuneradas em ateliês de costura. Apesar das condições desumanas, eles preferem a situação degradante a ter de voltar à Bolívia...

Fonte: Uol Notícias


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

MODELAGEM: O INÍCIO DO PROCESSO CRIATIVO

Imagem: Galeria do Google

A moda é dinâmica, está sempre apresentando visuais diferentes, propondo outros novos. Nela, a arte jamais prescinde a técnica.
Estilo e modelagem devem caminhar lado a lado, para que mantenham uma parceria harmônica, que redunde num bom produto. Numa analogia breve, entre a moda e a música, poderíamos afirmar, que o estilo refere-se à sensação, produzida pelas ondas sonoras e a modelagem as notas atacadas pelo músico. Ou seja, em qualquer situação, ambas sempre manterão a dependência direta, uma da outra.
Não por acaso, as escolas de moda têm dado maior destaque à essa questão, no relativo ao aumento da carga horária da disciplina de modelagem, bidimensional e tridimensional, a fim de que o futuro profissional de moda possa ter uma visão mais ampla do desenvolvimento do produto.
Uma indústria de confecção inexiste sem a presença da modelagem, porque é ela que torna concreto o pensamento do criador. Pires (2004) aponta que fazer design é designar aspectos de formas, silhuetas, texturas, cores, materiais, emoções, associando-se a ergonomia na ampliação de benefícios, voltada para a estética, funcionalidade e o conforto. Desse modo, cabe-nos crer, que se a modelagem não cumpre o aspecto, principalmente, do conforto torna-se nula, por mais criativa e fulgural, que possa parecer a peça de vestuário.
James Lanver afirma, que o homem passou a cobrir o corpo, primeiramente, por necessidades físicas, a fim de afastar o frio, para depois pensar na questão estética do indumento (LANVER, 1993).
Ela, também, surgiu bem antes de a moda tornar-se um sistema de ordem própria, com suas metamorfoses incessantes (LIPOVETSKY, 1991).
Sendo assim,. A arte de modelação (ou modelagem) é uma arte de proporcionalidade, deve criar condições, para se executar quaisquer peças do vestuário masculino ou feminino, adulto e infantil.
Além do conhecimento das medidas do corpo, é preciso que o profissional tenha noções de ergonomia, o que lhe permitirá a modelagem de roupas adaptadas à função do público consumidor (BORBAS, M. C.; BRUSCAGIM, R. R., 2007).
É uma profissão extremamente prática, que necessita de grande conhecimento técnico das formas, das medidas e movimentos do corpo humano.
Modelar, pois, consiste na interpretação do modelo sobre a base, ou seja, na concretização das idéias do designer de moda e das informações registradas na ficha técnica do produto (SILVEIRA, 2006 apud BORBAS, M. C.; BRUSCAGIM, R. R., 2007).
O modelista é intérprete de uma linguagem muito especial, [...] O seu objetivo consiste em produzir moldes, que após cortados reproduzam o desenho e estejam de acordo com as medidas (ARAÚJO, 1996).
A Norma Técnica, que regulamenta as medidas padrão, para o traçado do diagrama na indústria brasileira é a NBR 13377 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e apontam as principais medidas de circunferência do corpo humano, como busto, cintura e quadril. No entanto, como não é obrigatória a sua aplicabilidade, as empresas de confecção desenvolvem as suas próprias tabelas de medidas, baseadas no público alvo, que consome a sua marca.
Há dois tipos de modelagem: a bidimensional ou plana e a tridimensional ou moulage (francês) ou draping (inglês). A primeira é desenvolvida, manualmente, sobre um papel específico ou pelo sistema CAD, que é a forma de construção do diagrama e do molde, através do computador, com os ajustes feitos num corpo de prova, após a execução da peça-piloto. E a tridimensional, que consiste na construção do molde sobre um busto (manequim), masculino ou feminino, com os ajustes e correções prévios, para depois ser transferido, para o papel ou, ainda, digitalizados, para o sistema CAD. Esta técnica, ainda, é pouco utilizada nas confecções de grande produção. É empregada, em sua maioria, nos ateliers de costura sob encomenda, e começou a ser mais difundida nos meios industriais, no final da década de 80 e início dos 90, com o advento das faculdades de moda no país, e a entrada de novos produtos de moda, com a abertura das importações, pelo governo brasileiro. É possível encontrar peças modeladas, sob essa técnica (moulage/draping) em algumas confecções do Bom Retiro e Brás.
Dessa forma, é interessante o estudo desses métodos de modelagem, para que se perceba as interrelações deles com o estilo, no processo criativo de moda, nos diversos segmentos de confecionados. Ação essa, que responderá àlgumas indagações acerca do assunto, fortalecendo a idéia da criação de uma sequência operacional efetiva no desenvolvimento de produto.
Além de estabelecer uma mudança na visão difusa acerca da função, pois ela nunca foi, é ou será um mero coadjuvante dentro desse processo criativo. Antes pelo contrário, assume papel principal, que envolve todos os elos da produção, da concepção à atuação do produto no mercado, porque como dito anteriormente, ele (o produto) só passa a ser real, concreto, quando é passível de execução.
À luz desse pensamento, cabe-nos concluir, que a modelagem assume extremo valor, no antes, no durante e no depois das etapas do produto, lendo e executando as mudanças sazonais, das quais a moda e, consequentemente, a forma sofre a cada nova temporada...

domingo, 9 de outubro de 2011

A FANTASIA FASHION DE GARETH PUGH

Que tal um pouco de fantasia, além do que a moda proporciona? Essa é a proposta do inglês Gareth Pugh...Verdadeiros desfiles shows...Conceituais...Maravilhosos...
Assista e me diga se não tenho razão..

SONHAR É FASHION...

Com o tema "Nunca Pare de Sonhar", a marca catalã  Desigual, traz no signo de sua coleção Inverno 2012 uma  homenagem aos sonhadores, que lutam a cada dia para um mundo melhor, acreditando na possibilidade da existência de uma nova e diferente  realidade...É a moda preocupada com a vida no planeta!
O que acham?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

PROJETO FASHION

Pior do que um estilista não saber situar sua criação no contexto histórico, são jurados prepotentes, se julgando os "deuses" da moda.
O último episódio do programa da Rede Bandeirantes, ciceronado por Adriane Galisteu, o Projeto Fashion, foi um festival de grosserias e desencontros, tanto dos concorrentes, que apresentaram peças horríveis, quanto da impávia dos jurados.
Destaque para os dois piores candidatos, que se perderam no tema do desafio. Um por não ter explorado a década que lhe foi imposta, o outro por trocá-las e se perder nelas.
Mas o holofote vai para a editora de moda Susana Barbosa, que num surto de Miranda Priestly, deu um show à parte, com seus comentários verdadeiros, sim, mas ácidos demais!
Como miséria pouca é bobagem, o stylist Paulo Martinez, do alto de sua "sabedoria" mandou claramente - e mal educadamente -  o candidato Tarcísio Almeida calar-se, a dizer besteiras sobre sua "criação", porque ele ( Paulo ) assistira o nascimento do japonismo em Paris, blá,blá,blá...
Não bastasse a deselegância dos já citados...Ninguém merece ouvir Adriane Galisteu, no papel de boneco de ventríloco, repetindo os chavões do mundinho fashion...
Palmas para Reinaldo Lourenço, que entre roupantes de estrelismos e sapiências exacerbadas, está conseguindo dar o tom profissional, que o evento pede e a moda merece...
Veja o último episódio e tire suas conclusões...


domingo, 2 de outubro de 2011

BANDIDOS FASHION WEEK

Imagem: James Marcell
Bandido no Brasil, em geral, não liga para a beca! O chamado “pé-de-chinelo”, muito particularmente, veste só bermuda e camiseta regata quando sai da toca para fazer o movimento na vizinhança. Um cordãozinho de ouro é, na maioria dos casos, o cúmulo da vaidade nesse meio de ladrão de galinha. Aquela história de que os caras usam uniforme oficial do Corinthians é lenda paulistana!
Houve um tempo em que delinquente de olho grande em tênis importado roubava adolescente nas ruas para consumo próprio, mas, ultimamente, não se ouve mais falar nesse tipo de ganho. Dificilmente rola um sinal de riqueza aparente na indumentária do crime.
Repara só: guarda-roupa de assaltante não denuncia a prosperidade do ladrão, e só mesmo em filme de suspense alguém se veste para matar! Bandido a caráter no Brasil é um ser humano como outro qualquer: veste-se de acordo com o ambiente que frequenta.
Tem para todos os gostos: do supracitado pé-de-chinelo ao de colarinho branco, tem bandido de farda, máfia de branco, gangue do capacete, ratos de praia, sem que nenhum homem de bem que ande de sandália, de terno, de uniforme militar, de moto, de jaleco ou de sunga se sinta genericamente ofendido com a ressalva aos maus elementos de suas respectivas tribos.
Atire a primeira pedra o jornalista, economista ou taxista que não conheça um coleguinha em dívida com os bons costumes. Nada mais natural!...
Daí a surpresa de quase todo brasileiro com o ataque de nervos de parte significativa do Judiciário em reação ao debate sobre a existência de “bandidos de toga”. Teve magistrado que quase rasga a unhadas a capa de ofício da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, que puxou a conversa.
Enfim, vestiram a carapuça por cima da toga!