domingo, 17 de junho de 2012

JORGE AMADO E MARCELO SOMMER NO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA



No ano em que completaria 100 anos, o Museu da Língua Portuguesa, desde terça-feira, dia 12 até 22 de julho, apresenta fotografias, objetos, folhetos de cordel e filmes – a maior parte inédita - do escritor Jorge Amado. 
Num clima muito intimista, entre Terezas Batistas, Gabrielas e Donas Flores, somos levados a percorrer e conhecer um Brasil, que há muito nos tem fugido. Mas, que é resgatado por esse "velho conhecido brasileiro cidadão do mundo".

O melhor, ainda está por vir... Concomitantemente, no mesmo prédio, em outro andar, acontece a 6ª edição do Circuito da Moda e Arte, com a instalação "Vestido Vermelho", do estilista Marcelo Sommer, que percorre, envolve e dialoga com a arquitetura da Estação da Luz...
Entre palestras e oficinas, o evento se estende até dia 01 de julho, já instalação vai até 12 de agosto.


Depois dizem que dois raios não caem no mesmo lugar duas vezes...Pode até ser, mas dois ótimos eventos, podem sim acontecer!
O que você está esperando?...Simbora pro Museu da Língua Portuguesa!
Quer saber mais, é só clicar aqui e aqui .

quarta-feira, 13 de junho de 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

MODA "PÃO COM OVO" BRASILEIRA

Imagem: Galeria Google
 Vou  seguir os conselhos de um professor que há um bom e longo tempo desistiu de ver ou ler os noticiários. Eu, de minha parte, vou parar de buscar saber sobre o que anda acontecendo na moda...
Tome-se como referência o último Fashion Rio: tudo do mesmo, menos para quem, de fato interessa...
Afinal para quem esses estilistas estão desenhando? Para a brasileira é que não é, com certeza!!!!
Basta, umas boas pernadas pelo Bom Retiro ou Brás, em São Paulo, ou outro polo de vestuário pelo Brasil, do norte ou do sul,  para ver e comprovar que os eventos de moda estão na contramão da moda brasileira.
Nesses centros, assim como nos desfiles há um certa leitura-cópia-deslavada do que é apresentado lá fora. Até aí, tudo bem..."Na moda nada se cria, tudo se copia"... Mas, não dava para ser um pouco mais autoral? Não é necessário muito, uma boa pesquisa sobre os temas, já deve dar um norte, para esses "criadores"...
Admissível, não seria, mas pode, de os grandes centros atacadistas copiarem. Afinal, o fluxo de compradores é muito dinâmico e mini-coleções são criadas semanalmente, para uma resposta rápida de consumo, o que, cá, entre nós, também, não se justifica...(este é assunto, para outro post)
Mas, e aqueles que apresentam seus desfiles, nos grandes eventos, se dizendo criações autorais? Não é um certo tipo de traição, para nós que buscamos inspiração, em suas criações, para desenvolvermos as nossas? Explico: ao lermos suas criações, não estamos fazendo a cópia da copia, da cópia...Melhor seria, então, como em metodologia cientifica, buscar na bibliografia e consultar os autores referenciados. Dessa forma, leríamos, quem de fato, deve ser lido.
Uma sugestão: que tal ao final dos desfiles, quando o estilista entrar na passarela, na tela atrás, aparecer de qual desfile internacional foi a cópia das roupas apresentadas. Assim, facilita mais...Não precisaríamos ficar no jogo do adivinha, de onde vieram as partes que compuseram o patchwork apresentados por eles, os "criadores" da moda brasileira...
Nem tudo está perdido - quero acreditar! - há alguns profissionais, que estão "ligados" nas mudanças, que andam acontecendo em nossa teia social, veja aqui.
Tudo poderia ser tão mais simples!