segunda-feira, 30 de julho de 2012

MODELAGEM: ELEMENTO DE CRIAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO DE MODA

Imagem: Galeria do Google

A moda é dinâmica, está sempre apresentando visuais diferentes, propondo outros novos. Nela, a arte jamais prescinde a técnica.
Neste caso, estilo e modelagem devem caminhar lado a lado, para que mantenham uma parceria harmônica, redundando num bom produto.
Numa analogia breve, entre a moda e a música, poderíamos afirmar, que o estilo refere-se à sensação, produzida pelas ondas sonoras e a modelagem às notas atacadas pelo músico. Ou seja, em qualquer situação, ambas sempre manterão a dependência direta, uma da outra.
Não por acaso, as escolas de moda têm dado maior destaque à essa questão, no relativo ao aumento da carga horária da disciplina de modelagem, bidimensional e tridimensional, a fim de que o futuro profissional de moda, independente de qual vertente do segmento queira atuar,  possa ter uma visão mais ampla – e crítica -  do desenvolvimento do produto, no que diz respeito à forma da peça pretendida. Ainda é pouco, mas já é um bom começo!
Uma indústria de confecção inexiste sem a presença da modelagem, porque é ela que torna concreto o pensamento do criador. Pires (2004) aponta que fazer design é designar aspectos de formas, silhuetas, texturas, cores, materiais, emoções, associando-se a ergonomia na ampliação de benefícios, voltada para a estética, funcionalidade e o conforto. Desse modo, cabe-nos crer, que se a modelagem não cumpre o aspecto, principalmente, do conforto torna-se nula, por mais criativa e fulgural, que possa parecer a peça de vestuário.
Não à toa, James Lanver afirma, que o homem passou a cobrir o corpo, primeiramente, por necessidades físicas, a fim de afastar o frio, para depois pensar na questão estética do indumento (LANVER, 1993).
Ela, também, surgiu bem antes de a moda tornar-se um sistema de ordem própria, com suas metamorfoses incessantes (LIPOVETSKY, 1991).
Sendo assim, a arte de modelação (ou modelagem) é uma arte de proporcionalidade, deve criar condições, para se executar quaisquer peças do vestuário masculino ou feminino, adulto e infantil.
Além do conhecimento das medidas do corpo, é preciso que o profissional tenha noções de ergonomia, o que lhe permitirá a modelagem de roupas adaptadas à função do público consumidor (BORBAS, M. C.; BRUSCAGIM, R. R., 2007).
É  uma profissão extremamente prática, que necessita de grande conhecimento técnico das formas, das medidas e movimentos do corpo humano. Isso não exclui a necessidade do profissional de buscar conhecimentos, de cunho teórico,  que embasem o espectro dos saberes da moda. Pois só, ao fazer a conexão entre teoria e prática, de forma harmoniosa, é que se consegue, efetivamente, chegar a uma situação si ni qua non de um verdadeiro profissional de modelagem.
Modelar, pois, consiste na interpretação do modelo sobre a base, ou seja, na concretização das idéias do designer de moda e das informações registradas na ficha técnica do produto (SILVEIRA, 2006 apud BORBAS, M. C.; BRUSCAGIM, R. R., 2007).
O modelista é intérprete de uma linguagem muito especial, [...] O seu objetivo consiste em produzir moldes, que após cortados reproduzam o desenho e estejam de acordo com as medidas (ARAÚJO, 1996).
A Norma Técnica, que regulamenta as medidas padrão, para o traçado do diagrama na indústria brasileira é a NBR 13377 da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e apontam as principais medidas de circunferência do corpo humano, como busto, cintura e quadril.
No entanto, como não é obrigatória a sua aplicabilidade, as empresas  de confecção desenvolvem as suas próprias tabelas de medidas, baseadas no público alvo, que consome a sua marca.
Há dois tipos de modelagem: a bidimensional ou plana e a tridimensional ou moulage (francês) ou drapping (inglês). A primeira é desenvolvida, manualmente, sobre um papel específico ou pelo sistema CAD, que é a forma de construção do diagrama e do molde, através do computador, com os ajustes feitos num corpo de prova, após a execução da peça-piloto.
E a segunda, a tridimensional, que consiste na construção do molde sobre um busto (manequim), masculino ou feminino, com os ajustes e correções prévias, para depois ser transferido, para o papel ou, ainda, digitalizados, para o sistema CAD. Esta técnica, ainda, é pouco utilizada nas confecções de grande produção. É empregada, em sua maioria, nos ateliers de costura sob encomenda, e começou a ser mais difundida nos meios industriais, no final da década de 80 e início dos 90, com o advento das faculdades de moda no país, e a entrada de novos produtos de moda, com a abertura das importações, pelo governo brasileiro.
É possível encontrar peças modeladas, sob essa técnica (moulage/drapping) em algumas confecções do Bom Retiro e Brás.
Dessa forma, é interessante o estudo desses  métodos de modelagem, por uma simples questão: estando o setor, ainda engatinhando, nesse quesito, as interrelações deles, nos diversos segmentos de confecionados  clarearão algumas indagações acerca do assunto, fortalecendo a idéia da criação de uma tabela efetiva de medidas, que sane alguns problemas das indústrias de confecção. Ao mesmo tempo, em que mostrará que é possível ter um método que margeie, pelo menos, as particularidades ligadas à limitação continental e biotípica de nosso país.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

AUDACES: 20 ANOS DE SUCESSO!




Uma das surpresas acontecerá durante a Febratex e promete repercutir nas redes sociais.

Em 2012, a Audaces, empresa especializada em soluções para o processo produtivo nas confecções,completa 20 anos de uma história marcada pelo sucesso no desenvolvimento de inovações tecnológicas. Para comemorar seu aniversário, realizará uma série de ações especiais durante a Febratex envolvendo clientes, colaboradores e parceiros. Além das grandes novidades em produtos que serão apresentadas na maior feira voltada para a Indústria têxtil latino-americana, que acontece entre os dias 14 a 17 de agosto na cidade de Blumenau SC.
Criada em 1992 e 100% brasileira, a Audaces conquistou o reconhecimento do mercado interno e externo por seus produtos e serviços criados para facilitar e agilizar a produção da moda mundial. É líder em vendas de CAD/CAM na America Latina e está presente em quatro continentes.
Durante os 20 anos de trajetória, a empresa foi reconhecida e premiada em diversos momentos por suas inovações. Destaque nacional para o Prêmio FINEP de Inovação e para o Prêmio de Ciência, Tecnologia e Inovação, que colocou aAudaces entre as 10 empresas catarinenses mais inovadoras. Na Alemanha, durante a IMB - Inovation Awards, o reconhecimento foi para a Audaces Digiflash, tecnologia esta selecionada pela Revista Exame entre os 10 produtos mais inovadores do Brasil na última década.
Da esquerda para a direita: Claudio Grando e Ricardo Cunha
 Para os fundadores da empresa, Claudio Grando e Ricardo Cunha, a empresa vive uma grande fase: “Estamos vivendo um momento muito especial e queremos compartilhar com todos os nossos colaboradores essa alegria. Ganhamos o melhor presente que uma empresa poderia desejar: a confiança de clientes e parceiros”, declara Grando, presidente da empresa. “É muito estimulante olhar para trás e ver que construímos uma grande história. Esta experiência me faz ter a certeza que com o grupo que formamos temos um futuro ainda mais brilhante pela frente”, conclui Ricardo, Diretor Tecnológico.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A MODA NA ERA DIGITAL


Imagem: Galeria do Google

De todas as inovações que surgiram nos últimos trinta anos, a Internet sem sombra de dúvidas é das maiores. Um marco no mundo atual, a tal ponto que o sociólogo e estudioso da rede, Manuel Castells, afirma em seu livro “A Galáxia da Internet” (2004), que “...a internet é, acima de tudo, uma criação cultural, pois sugere mudanças nas bases da sociedade moderna”.
Sua existência está disseminada e influenciando todos os níveis da comunidade mundial, direta e indiretamente, e mudando o paradigma da comunicação em todos os níveis. Pois ao diminuir as distâncias, propaga a informação pelos quatro cantos do mundo, de forma muito rápida, tornando-a acessível a todos os povos e transformando a terra no “quintal de nossa casa”, conforme frisa Frank Fiore em “E-business na infoera”(2001).
Entretanto, paradoxalmente, a principal mudança sensível causada por ela, refere-se mais ao poder de interação entre “quem produz” e “quem consome”, do que como meio de comunicação ou multiplicador de ideias.
A rede de computadores revelou e abriu a porta de um mundo novo, no qual já é realidade a não concentração dos conhecimentos do ser humano, ao mesmo tempo a popularização da informação entre todos.
A informação de moda é um exemplo forte dessa mudança. Já não há mais um grupo privilegiado, que pode autoproclamar-se “dono” do conhecimento. Nunca a expressão“aqui e o agora” fez tanto sentido na moda, em particular. 
Suas prospecções se pulverizam em segundos, quando acontecem, não permitindo que a tomemos como nossas, não porque não queiramos, mas porque não podemos mais dominá-las: a “tendência” já nasce livre e envelhecida...O Fast Fashion dos grandes centros mundiais estão aí para corroborar minha afirmação.
Apesar da maioria das pessoas estarem acostumadas a navegar diariamente, seja a trabalho ou por diversão, não perceber, é impressionante o que é possível fazer quando se está conectado. O céu já não mais limita. Essa barreira já foi transportada há um bom tempo!
Nossa capacidade de previsão não consegue vislumbrar o que acontecerá nos próximos anos. Não há obstáculos e os limites estão condicionados à criação de novas “infotecnologias”, que facultarão maior força e o aumento de novas possibilidades, para quem acessar a web.
No caso da moda, muito mais, porque se não somos donos da verdade, nem proprietários dela, então, ela torna-se livre e pode ser expandida para todos.
Nada mais concreto, do que a afirmação de Zigmunt Bauman (2000), de que o que “é feito em qualquer canto do mundo reverbera no outro”, tamanha é a interação entre os povos. Mesmo os mais distantes.
E nessa corrida acirrada, ganha quem souber fazer, primeiro, a melhor leitura de todas elas. Não como proprietários, mas disseminadores de conhecimento.

terça-feira, 10 de julho de 2012

LIÇÕES DE AVÓ: A QUESTÃO DO LIMITE


Imagem: Galeria do Google
 
Minha avó morava no mesmo quintal, lá nos fundos, com as bananeiras, o abacateiro, samambaias e muitos pés de “fulores”. Na minha lembrança de menino, ela era uma pessoa que a quase tudo me permitia. Hoje em dia refaço o caminho voltando no tempo, me lembrando de quantos “nãos” eu ouvi. Enfiar o dedo na massa do bolo, não pode. Roubar brigadeiro da mesa de festa, também não. Enfiar o dedo na tomada, mastigar tatu-bola, brincar com aranha, quebrar o porquinho das moedas para comprar doce, mentir, subir no galho mais alto para pegar goiaba, brincar na rua, falar palavrão, nada disso pode. A lista deve ser bem mais extensa que isso, como por exemplo: ao chegar com um objeto que ela ou minha mãe não lembrasse ter comprado, tocava ir atrás do dono para devolver, alternando cada uma, com um beliscão ardendo em minhas costelas. Às vezes penso que ela não era assim tão boazinha.
Nesta recordação, nem tudo era um “não”, de vez em quando era uma obrigação. Infelizmente ao comparar, acabei crendo que “não” e “obrigação”, naqueles casos, eram a mesmíssima coisa: respeite os mais velhos, faça lição de casa, faça amizade com quem quiser, só não ande com fulano de tal… Ao ter que fazer ISSO, significa que NÃO posso fazer aquilo. Pronto! É não do mesmo jeito. Longe de querer fazer dessas lembranças uma lista de lamentações, pelo contrário eu quero prestar uma homenagem e declarar minha gratidão. E não podia ser diferente, ao receber a negativa, eu bufava e resmungava, odiava minha avó, odiava minha mãe. Só anos depois é que no balanço entendi que aqueles “nãos” foram limites cruciais para a construção do meu caráter. Enfim, que sorte eu tive em ter morado no mesmo quintal que minha avó.
Há tempos escuto na mídia histórias de falcatruas no meio político, sempre imagino que nenhum deles deve ter tido a sorte que eu tive. Nenhum deles morou com uma avó, um pai, mãe, tio ou mesmo um padrasto que dissesse “não”. Isso não! Isso não pode. Por outro lado, o ofício de um político, tão fundamental para um país, mereceria por si só, o reconhecimento e o respeito por sua grandeza… Mas, parece que de todos aqueles candidatos, só foram eleitos os que nunca moraram com a avó. O salário é muito bom, nem dá para discutir, basta acompanhar os acirrados concursos públicos que prometem uma recompensa financeira muito menor. Já para a classe política, além de salários, as regalias soam como afronta, incentivos de várias formas que engordam o contra cheque. E não há limite. Seja o quanto for, é pouco.
Políticos por não terem ouvido um sonoro “não”, acabaram transformados em super-humanos. Podem tudo, merecem tudo, até receber adicionais “por fora” vendendo uma facilidade para o ilegal tornar-se legal.
Nenhuma novidade, dizem que dinheiro compra até amor verdadeiro. Entretanto, me sinto obrigado confessar que é fácil demais citar os outros, aqueles que estão acima da lei e da ordem, como os errados, os filhos da mãe. Sinceramente, me pego muitas vezes tirando uma vantagensinha no trânsito, ultrapassado ilegalmente, sonegando a renda para pagar menos imposto, me sentindo agraciado por ter conseguido uma “facilidade comprada” num imbróglio qualquer. Justamente porque não posso, e também não tenho as regalias, nem informações privilegiadas e muito menos tenho grandes empresas me oferecendo e pedindo favores, é que a mim, só resta o pequeno poder, para tirar dele pequenas vantagens, vantagenzinhas que minha avó, se soubesse, torceria minhas orelhas. Concluo: será que sou diferente deles? Ou faço menos porque é só isso que me compete?
De uma coisa tenho certeza, se por ironia do destino eu tivesse enveredado pelas bandas da política e por ventura pensasse em fazer as mesmas falcatruas, não temeria o Impeachment ou a CPI, mas a voz da minha avó. Ela continua sendo uma voz poderosa que estaria ralhando em alto e bom som dizendo aos quatro ventos: tira a mão daí, menino.


Por Vinícius Moura

quarta-feira, 4 de julho de 2012

ESCOLAS "ARAPUCAS FASHION"

Imagem: Galeria do Google
O que se passa na cabeça de alguém, que resolve estudar moda? Será revolucionar os costumes e o conceito comportamental do mundo, causando um furor irreparável e dividir as águas na história, como o fez Levis Strauss, Gabrielle Chanel, Madeleine Vionnet, Christian Dior, entre outros?  Ou criar um novo produto têxtil, que faça a diferença, como Karl Heumann, com a sintetização do índigo ou o nylon, de Wallace Hume Carothers, ...?
Devaneios à parte, a impressão que eu tenho é a de quem está escolhendo estudar moda, está na ilusão que não precisará estudar nada. Afinal, nada mais fútil do que estudar moda, não é mesmo?
Ledo engano! Se você faz parte desse time de preguiçosos e é um futuro candidato à uma vaga, numa faculdade de moda, não se engane, pois se deparará nos próximos anos com matemática, química, história, língua portuguesa, filosofia, sociologia, psicologia e mais um infindável espectro de disciplinas, que norteam os curriculuns das diversas escolas de moda do Brasil. Os seus estudos se iniciarão no primeiro ano de faculdade e terminarão somente à hora de sua morte. Porque estudar moda é ter muitos conhecimentos num só, é ser plural, ter uma multiplicidade de talentos, que aflorarão ao longo de seu caminhar, como estudante e, muito mais, posteriomente, quando for profissional. Daí, o verdadeiro tesão do ofício!
Portanto, o início é de suma importância. Ao escolher uma escola de nível superior, bacharelado ou tecnólogo, procure saber a formação dos docentes que lhe acompanharão, ao longo dos anos, se têm formação na área, se trabalham no setor.
E, efetivamente, conheça o currículo do coordenador do curso, pois é a pessoa, que a priori,  pensa o curso. Ele deve ter pleno domínio do segmento, preferencialmente, que atue, ou já tenha atuado, no setor, como funcionário ou consultor, na moda, de forma geral. Que eventos, grupos, associações da área faz parte? Qual a relevância de seus feitos, como coordenador do curso, no sentido de dar um "up grade"  nele (o curso), para que haja diálogo permanente, entre a escola e a sociedade? Se sua formação for muito díspare ou não tiver nenhuma experiência no setor, ou seu conhecimento for pífio. Saia em disparada. Fuja dessa instituição, como o diabo foge da cruz!
Não há como aprender com alguém, que não tenha nada a oferecer. A moda tem esse caráter simbiótico de ser. Via regra, quando profissional você se verá reproduzindo as falas, os procedimentos e maneirismos de seus mestres.
"Não se pode colher frutos bons de árvores ruins. Tampouco uvas de espinheiros ou figos de abrolhos..." Já dizia o grande Mestre.
Há sintonia da grade curricular do curso com o mercado? Os semestres são sequênciais ou modulares? Duvide da qualidade do curso, se este for baseado em módulos. Uma verdadeira cilada! Além de não ensinar nada, mais confunde do que acrescenta. 
É um ótimo negócio para a instituição, que abarrota as salas de aulas com um número grande de alunos, mas péssimo para os estudantes, que, por estarem em níveis diferentes, quase sempre não retêm a informação como deveriam, se fosse no método tradicional.
Há muitas escolas, que "pegando carona" no calor do mercado e no encanto, que a glamourização causa  nos jovens e nos desavisados de plantão, resolveram criar verdadeiras arapucas fashion. Autênticos engodos escolares, aonde não se ensina nada e se aprende muito menos. A moda passa a anos-luz desses lugares...
Aos acéfalos de plantão é como oferecer "banana a macaco", porque não querem estudar mesmo. Então, estão no lugar perfeito: professores medíocres fingindo que ensinam e alunos procataléticos fingindo aprender. 
Tenho que fazer a mea culpa, por conta de um post, acerca deste mesmo assunto, que escrevi há algum tempo... Há muitas escolas de moda sérias no país, preocupadas com a formação global do aluno, como pessoa e como profissional, inserido no contexto e nas diversas faces histórico-psico-sócio-cultural, que a moda abarca. 
Dessa forma, se a moda é dinâmica e contínua, quero crer que essas armadilhas, disfarçadas de "ensino superior de design de moda" não se acabarão, mas se esvairão, tornando-se bem fininhas, quase transparentes, como um tecido diáfano, ao longo dos anos, porque a própria seleção natural do mercado fará a sua escolha, e, certamente, os profissionais formados por tais escolas, já sairão com o fracasso anunciado, em forma de um diploma...
É triste, mas se você não quiser estudar e escolher mal, esse será o resultado: um certificado, que nem servirá como papel higiênico, porque é de matéria-prima de má qualidade.
Melhor aplicar o dinheiro todo em bala. O resultado, sem dúvida, será mais doce e menos equivocado!